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Global Teacher Prize Portugal – Conheça os 10 finalistas!

Das 110 candidaturas apresentadas para a 1ª Edição do Global Teacher Prize Portugal, apenas 10 são finalistas.

O vencedor será anunciado no dia 16 de maio, irá receber 30 mil euros e fica automaticamente nomeado para o concurso mundial que se realiza em 2019.

O Global Teacher Prize, promovido pela Fundação Varkey e conhecido como o “Nobel da Educação”, pretende premiar professores, do pré-escolar ao ensino secundário, que tenham desenvolvido um trabalho de destaque a nível pedagógico e contribuído para a valorização da profissão.



Conheça aqui os finalistas:

Nelson Soares – Ponta Delgada – professor do pré-escolar. Desenvolveu investigação-ação em contexto de sala direcionada para questões alusivas ao género e à cidadania. Perante as dificuldades na sua abordagem criou um conjunto de atividades, visando a desconstrução de estereótipos de género.

Maria Francisca Serra – Lisboa – professora do 1º Ciclo. Utiliza uma abordagem que parte da fusão entre a ciência e a criatividade. Passa pela criação de um ambiente quase utópico em sala de aula, assente no respeito e na liberdade, estimulando os alunos a propor hipóteses, experimentar teorias, debater ideias e inventar soluções.

Maria Cristina Simões – Tondela – professora de Ensino Especial, no 1º ciclo. A inovação das suas práticas educacionais assenta na implementação da qualidade de vida dos alunos com base em oito domínios: desenvolvimento pessoal, autodeterminação, relações interpessoais, inclusão social, direitos, bem-estar emocional, bem-estar físico e bem-estar material. Este modelo tem vindo a ser amplamente trabalhado em termos internacionais.

Joana Simas – Amadora – professora de História no 5º e 6º ano. Trabalha a integração crescente da tecnologia nos projetos que desenvolve para o currículo de História e Geografia de Portugal. Batalhas da Revolução Francesa recriadas no “Minecraft”, a Revolução Liberal representada por banda desenhada no “Comics Head” ou a Queda da Monarquia e a Instauração da República recriadas em animações no “PuppetMaster” são alguns dos exemplos.

Maria João da Silva Passos – Ponte de Lima – professora de Matemática e Ciências do 5º e 8º ano. Utiliza surfaces com caneta (pen), telemóveis e aplicações educacionais do office 365 para desenvolver práticas educacionais mais inovadoras e motivadoras para os alunos. Para que os Encarregados de Educação possam acompanhar e ajudar os seus educandos realiza workshops com o intuito de lhes explicar a sua metodologia de trabalho.

Jaime Rei – Torres Vedras – professor de Ciências e Robótica no 7º e 8º ano.  Desenvolve projetos em que os alunos se sintam úteis na sociedade, proporcionando-lhes a possibilidade de construir os materiais e desenvolver conhecimento acerca dos projetos. Tem alunos vencedores em concursos nacionais e internacionais.

Celso Costa – Porto – professor de Ciências e Humanidades no 3º ciclo e secundário. Desenvolveu o CSS Program – programa que pretende capacitar alunos, entre o 9º e o 12º ano, para uma adaptação bem-sucedida ao mercado de trabalho através de um treino de competências transversais.

Dulce Gonçalves – Loures – professora do Ensino Especial no 3º ciclo e secundário. Criou o projeto “Mentes Sorridentes”, baseado em “mindfulness”, com o objetivo de aumentar os níveis de atenção e concentração na sala de aula, com reflexo no aproveitamento escolar e diminuir o número de ocorrências de natureza disciplinar.

Rosa Oliveira – Aveiro – professora de Português, no 3º ciclo e secundário. Desenvolveu o projeto “Narrativas de Vida” cujo objetivo consiste em ajudar os alunos a lidar com seus problemas, comprometendo-os com a escola, a família e comunidade. Numa abordagem inclusiva, dinamiza oficinas de escrita com base em memórias / histórias da vida, permitindo conhecer melhor os alunos. Desde 2010 desenvolve um método de investigação que ajuda a superar a escolarização com imaginação e criatividade, dando aos alunos a possibilidade de terem acesso à sua vocação literária natural e de recuperar o gosto por aprender, através do “educurar”: isto é, educar e ao mesmo tempo curar.

José Teixeira – Chaves – professor de Ciências, no ensino secundário. Há 12 anos fundou, na Escola Secundária Fernão de Magalhães, o Clube do Ensino Experimental das Ciências (CEEC), com o intuito de conciliar ambas as vias de aprendizagem, formal e não formal. O projeto é aberto à comunidade, às iniciativas dos alunos e/ou professores, de custos muito reduzidos e que aproveita o material das escolas. É interdisciplinar, transversal e ajuda os alunos a encontrar a sua vocação.

 

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